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sábado, 7 de março de 2009

Comentário do Dia - Ibope






Olá!!!

Primeiro eu quero agradecer as demonstrações de carinho pelo aniversário da Alexandra. Muita felicidade mesmo.

Hoje, estou num dia muito feliz.

Eu ainda não vi, mas devido ao número de telefonemas, eu estou acreditando numa verdade muito bonita.

Pela manhã, recebi telefonemas de clientes, dentre os quais um deles muuuito amigo e humano.

Meu celular começou a tocar logo de madrugada durante o programa ao vivo. Achei estranho.

Mas, houve o primeiro contato, depois o segundo, o terceiro, até que agora pouco até a Gleides Xavier, apresentadora da Tupi AM, me telefonou para dar os parabéns mútuo e recíproco.

A Tupi AM pulou duas posições na tabela geral do ibope. Passando CBN e Record de uma tacada só.

Há 3 meses atrás, quando nós fomos chamados a fazer um novo horário, a tarefa e o desafio não eram fáceis.

Fechamos nosso primeiro trimestre batendo comunicadores que estavam com o dobro de nossa audiência há 3 meses atrás no horário das 9 às 12 horas.

Sim, 3 meses atrás eles tinham o dobro. Hoje, pelos comentários (eu ainda não vi) passamos.

O Felipe, que assumiu o departamento comercial está dando pulos de alegria. O clima é de muita felicidade.

Fica a curiosidade sobre o que figuras que adoram depreciar a Tupi Am vão dizer agora. Nunca me preocupei com o que falam ou escrevem. Mas, a partir do momento que me chamaram na diretoria para informar que eu tinha um desafio, eu corri atrás. E em rápidos 3 meses, damos esse salto: estou mega feliz.

É um resultado para ser comemorado com todos. Especialmente com você, minha amizade predileta.

Abração.

RICARDO LEITE.

Fonte:
http://www.ricardoleitecomvoce.com.br

sexta-feira, 6 de março de 2009

Comentário do Dia - Aniversário

Olá!!!

Hoje com todo carinho quero prestar minha homenagem à mãe da Laura e minha esposa Alexandra.

Está fazendo aniversário hoje. E com muito mérito.

Tem enfrentado em quase dez anos de convivência todas as minhas vitórias e derrotas.

Seis anos de casamento. E uma filha linda, que é uma figurinha.

Eu acho que o amor é vivido na prática. No dia todo. Nos gestos.

Por isso, que eu tenho muito a agradecer a Deus pela Alexandra ter se apaixonado por mim (ela garante que ainda gosta de mim, re, re, re) pois é uma pessoa maravilhosa e de coração bom.

Alexandra é o tipo de pessoa que não passa nem em farol vermelho, rsss.

Lembro-me uma vez que fez uma conversão errada e tomou uma multa. Faz muitos anos. Ficou perplexa. Parecia que tinha saqueado as doações do Vaticano. Nunca mais fez nada fora da lei, re, re, re.

Isso vem de berço. Sua mãe e seu pai são exemplos na comunidade.

O pai, seo Lauro, é tipo do bom sujeito. Quando assume que vai fazer sopa aos pobres da paróquia e marca uma pizza com a gente, é capaz de você chegar na casa dele e encontrar um bilhete avisando que o dinheiro do entregador da pizza está na escada.

Isso já aconteceu. Convidou a gente pra comer pizza, azucrinou que a gente não ia na casa dele há um bom tempo, que estava morrendo de saudades, que amanhã poderia ser tarde, etc. Após o drama, chegamos na casa dele e só encontramos o bilhete. Ele havia esquecido que era dia dele distribuir sopão na paróquia. Comemos, lavamos os pratos, fechamos a porta e deixamos o bilhete agradecendo pela pizza, que estava deliciosa.

Nunca deixa de fazer o bem. E a Alexandra tem o pai como o herói da sua vida. Talvez ele e a mãe não percebam isso do tamanho que realmente eles têm e são na vida dela.

E a Laura parece estar indo no mesmo caminho.

Alexandra é o tipo de pessoa que não merece maldade. Vai por mim. Voz suave e calma. Só comigo que é meio bravinha. Mas, uma pessoa que vale a pena você ter convivência.

Abre mão de muita coisa pelos outros.

É a pessoa que eu amo. De verdade.

Parabéns mesmo.

Abração.

RICARDO LEITE.


Fonte: http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/

quinta-feira, 5 de março de 2009

Comentário do Dia - Calor


Olá!!!

Estamos vivendo dias muito quentes.

A curiosidade é que no interior de São Paulo, onde o clima é mais definido, eu preferia o frio. Agora, mesmo ainda muito peludo, prefiro o calor.

Quando digo que no interior o clima é mais definido, não me refiro nem à qualidade do ar, etc.

No interior, quando é frio, é muito frio. E quando é calor, é muito calor.

Aqui em São Paulo, é calor de madrugada, mais ou menos durante o dia, chove, esfria, depois esquenta muito de novo. Você tem as 4 estações do ano em apenas um dia.

Eu, que não acordava de madrugada, adorava os dias frios. Achava que as pessoas se vestiam melhor. Tudo era mais perto. E terminado o trabalho, em 5 minutos estava em casa e, caso o frio fosse muito forte, bastava um cobertor logo às 7 da noite sobre os pés.

Quando vim pra São Paulo, passei a morar no porão de uma casa na rua Vergueiro, bem próxima a Rádio AMérica. O chuveiro esquentava muito pouco. Sem contar que, a casa por ser muito velha, o chuveiro e até a luz do quarto ficava funcionando uma semana e pifava, ficando em greve mais uma semana até que a dona da casa resolvesse chamar alguém que "morava logo ali".

Então, muitas vezes eu saia congelado para ir trabalhar na kombi do padre Marcelo, pelos bairros da cidade. Talvez, contando isso pela primeira vez, as pessoas entendam um sobretudo preto que às vezes eu aparecia nas praças.

Na verdade, eu estava tentando descongelar.

Pra concluir, ainda passei a fazer programa de madrugada. O que eu achava que era duro fazer às 6 horas da manhã, ficou pior às 2:30 horas. O frio era literalmente de "matar". Não sem antes ranger e bater os dentes.

Não era raro sair de casa e chegar pra falar na rádio com os lábios quase azuis. E arrepiado até os grugumilos.

Tanto é que quando chegava nas praças, eu e o Luis motorista ficávamos procurando alguma padaria por perto. Putz, tudo fechado. O povo parecia não querer trabalhar no frio.

Aí eu voltava para a praça e ficava procurando "pontinhas" de sol. As pessoas ficavam amontoadas em volta da kombi achando que o padre poderia estar lá dentro escondido. Isso eu juro, é verdade. Tinha gente que ia na kombi e ficava olhando lá dentro suspeitando do "esconderijo" do padre.

Algumas senhorinhas com ar mais carregado ainda iam embora xingando se sentindo "enganadas".

A coisa ficou muito engraçada quando um camelô começou a montar sua "barraca" nos locais em que íamos. O mais engraçado é que a barraca cabia na mochila dele. Acredite. O sujeito chegava e ia desdobrando madeira, panos e ele era o "cabide". Ficava perambulando entre as pessoas com medalhinhas, camisetas com o rosto do padre, cds, terços, correntes e tudo que era badulaque. Tudo pendurado ou de alguma maneira enroscado em seu corpo.

Ali eu conheci o maior outdoor ambulante da minha vida. O cara era bom. Nunca soube seu nome. Sempre se mantinha uns 30 metros respeitosos. Isso depois que um membro da família do padre foi conversar com ele em tom indignado considerando que "estava sugando a imagem do padre".

Mas, o camelô era muito engraçado. Magro e narigudo. Parecia piloto de corrida de caminhão. Seu "uniforme" era bem aproveitado em cada espaço. Não era patrocinador. Mas, carregado de badulaques.

Bastava o padre tocar num assunto e o camelô astuto já tinha pra fornecer. O padre falava do nada no meio da oração sobre São Bento e segundos depois era só olhar e o camelô já estava tirando de sua mochila dezenas de medalhas de São Bento.

O padre falava sobre Nossa Senhora e lá vinha o camelô lotear seu corpo com terços de várias cores, materiais e tamanhos.

Naquela época, comecei a ter contato com as "bispas". São mulheres que se infiltram nas paróquias e se tornam donas dos padres. Elas determinam quem fala e quem não tem acesso aos párocos.

Quando elas viam o camelô vinham falar comigo, indignadas e com as bochechas vermelhas de raiva. Eu explicava que não tinha nada a ver com o sujeito. Elas (todas da mesma forma) iam falar com ele. Bastava ganharem um terço de pérolas azuis ou madeira ou até um cd que abriam um sorriso. E ainda abençoavam o camelô como se realmente fossem as "bispas".

Teve umas três ou quatro que ainda convidaram o camelô para tomar um gostoso café em suas casas. A gente ia embora assim que terminava o programa. E só via o camelô entrando ou perguntando onde era a casa de dona "bispa" fulana.

Sempre que terminava o programa tinha alguém que convidava pra tomar café em suas casas também. Eu só aceitava se fosse toda equipe. Sempre tinha uma ou outra que não queria o restante da equipe. Então eu não ia.

Da mesma maneira, sempre tinha aquelas senhoras que iam embora bravas e fazendo gestos indecorosos, como se fossem "sub bispas". Consideravam que era uma afronta eu não tê-las colocado para falar com o padre. Tinham acordado "muito cedo" para aquilo. E de repente, um caipira como eu não tinha "permitido". Ficavam bravas e diziam que iam falar com o bispo da região para falar com o bispo de Santo Amaro para tomarem providências contra mim pois com certeza o bispo e o padre "não sabiam" o que eu estava fazendo em nome deles.

O que elas não sabiam é que nunca fui funcionário do padre. Eu sempre fui funcionário das rádios. Cumpria horas e assinava folha de ponto. Em todas.

E além disso tudo, o bendito frio que era de fazer estralar o dedão dos pés.

Por isso tudo, passei a adorar o calor. Mesmo sendo peludo e quente. Adquiri hábitos que facilitam o convívio com os dias quentes.

Sei que está acabando e logo tudo vai gelar de novo. Mas, que o calor dure mais um pouco. Afinal, moro num país tropical. Abençoado por Deus.

Abração.

RICARDO LEITE.

Fonte:
http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/

quarta-feira, 4 de março de 2009

Comentário do Dia - Novos Clientes

Olá!!!

Nossa, hoje nosso programa foi sensacional na Rádio Tupi AM de São Paulo.

A oração com o Padre Sergio arrepiou muito todas as pessoas. Impressionante. E os testemunhos? Tocam muito o coração da gente.

Fico muito feliz que a cada momento esteja sendo aumentado o número de amigos que estão acompanhando. E evangelizando.

Além disso, hoje nós tivemos a estréia de novos clientes.

Os clientes estão procurando nosso programa em virtude da credibilidade e principalmente porque os outros anunciantes estão tendo excelentes resultados, considerando a média do mercado.

Espero que nossos amigos prestigiem os clientes pois é assim que conseguimos nos manter no ar.

Estou sabendo mais clientes importantes estão chegando.

Além da Caixa Econômica Federal, mais clientes de peso. Torça por mim. Conto com você.

Abração.

RICARDO LEITE.

Fonte:
http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/

terça-feira, 3 de março de 2009

Comentário do Dia - Comercial

Olá!!!

Tive ontem o primeiro contato pessoal com o Felipe Leider que passou a dirigir a área comercial da Rádio Tupi AM.

Estamos muito felizes com a chegada dele.

Ele já fez um grande trabalho na Tupi AM, foi para a Rádio Capital e agora voltou para a Tupi AM.

Me contou que muita gente tinha falado de mim pra ele. E bem, graças a Deus, rsss.

A vida proporciona os caminhos interessantes. Você precisa saber qual deles vai percorrer e de que forma.

Sempre procurei ser correto em tudo.

Lógico que não sou perfeito e cometo muitos erros.

Mas, se você conversar com as pessoas nos lugares pelos quais passei, verá que sempre apresentei duas características: honestidade e lealdade.

Sempre vesti a camisa daquilo que estava defendendo. Desde uma causa até uma profissão ou empresa. Sempre fui leal às pessoas que faziam parte do meu convívio. Nunca abandonei ou trai qualquer um de seus conceitos ou filosofias.

Tanto é que no meu casamento, eu tinha como padrinhos donos ou diretores das rádios que eu trabalhei. Algum bobo pode até pensar "ah, querendo fazer média". Não. Basta pensar um pouco antes de falar isso.

Eu não tinha nenhum diretor atual ou futuro. Eu tinha gente que fez parte da minha vida. Não teria por exemplo motivo para fazer média com pessoas que trabalhei no interior ou em rádios de minha vida passada.

Mas, se tem uma coisa que não sou é ingrato. Ingratidão é algo terrível. Tem gente que esquece os momentos difíceis. Rapidinho.

E sempre fui leal e honesto com as pessoas de minha vida.

Posso ser criticado por uma série de coisas. Mas, nunca me envolvi em trambique, nunca prometi coisas que não poderia cumprir. Nunca peguei nada que não era meu. Nunca. Honestidade é algo muito sério pra mim.

E quanto a lealdade. Eu sempre busquei estar junto com as pessoas que gosto. E me envolvi nas causas delas. Muitas vezes, as críticas eram à elas e eu não tinha nada a ver com isso. Mesmo assim, eu estava lá lutando com elas. Por elas.

Ainda não conseguiram inventar a lealdade com omissão. Se você é omisso você não é leal com quem você gosta ou que gosta de você.

Então, fui leal ao extremo com todos os que me envolvi ou me envolvo. Recebo críticas por coisas que eu não deveria estar me expondo. Mas, se sou leal, tenho de lutar até o fim com meus amigos.

Honestidade e lealdade não são apenas palavras.

Talvez isso tenha servido para que, o novo diretor ao chegar, tenha falado de notícias tão boas ao meu respeito. Inclusive em emissoras que nunca trabalhei.

Abração.

RICARDO LEITE.

Fonte:
http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/

segunda-feira, 2 de março de 2009

Comentário do Dia - Agradecimento





















Olá!!!

Eu fiquei muito pensativo com o sonho que tive e contei ontem, aqui no site.

Ontem a noite rezei e hoje acordei com a sensação que Jesus me deu uma resposta. Não foi uma resposta por homens. Acho que uma resposta Dele próprio.

Sabe, está mais do que claro que tudo que eu escrevi desde o primeiro dia, está se confirmando.

Por isso mesmo, hoje eu quero dividir algo com você.

Eu estava com o Reinaldo Kiko Alves em minha casa neste final de semana e ele com a namorada, resolveram assistir o dvd do meu casamento.

Acho esse tipo de coisa grotesco, re, re, re. Ficar mostrando álbum e imagens do casamento. Mas, eles pediram.

Então, eu recordei cenas gostosas. E engraçadas.

O padre Marcelo fez um casamento emocionante. Me trata com um carinho inigualável. Brinca e ri muito. Me faz rir bastante.

Muito atencioso, tira fotos com todos os padrinhos.

Seus pais, sr. Antonio e Dona Vilma, estão muito simpáticos nas cenas.

A doçura das palavras do padre. Os gestos.

Recordo como se tivessem acontecido ontem a tarde.

Senti muita saudade de dar um abraço no padre. Ouvir suas histórias e brincadeiras.

Contar pra ele as últimas peripécias da Laura. E ouvir ele duvidando, como sempre, re, re, re.

Enfim, são caminhos da vida.

Quero dizer que não menti uma vírgula de tudo que escrevi aqui. Que não estou magoado com o que ele me fez e como o fez. Estou decepcionado. Decepção é mais fácil de curar.

Não aumentei, não menti e não inventei nada do que contei e dividi com você. Teria muitas outras coisas. Histórias.

Certa vez, já demitido, fiquei decepcionado ao saber por um amigo em comum que ele desconfiava que eu entrava no chat com o nome dele. Fiquei estarrecido. Eu era o que mais o alertava disso, que tinha gente se fazendo passar por ele. Virei o principal suspeito, achei uma piada. Mas, parecia ser verdadeira a informação. Eu não acreditei.

Eis que na semana passada, as pessoas descobriram a personagem que andou fazendo isso. E ainda anda. Uma pessoa que vivia me perguntando coisas do padre e se mostrando preocupada com ele.Eu raramente contava alguma coisa. Mas, ela tem tentáculos entre a equipe, a banda e pessoas próximas. E até trocou mensagens no chat com ele. Qualquer um percebe que ela está apaixonada por ele.

Não deu outra, carregada de informação, ela tem o costume de entrar no chat com o nome dele. E ele teria achado que seria eu. Essa história foi desvendada por pessoas que frequentam o santuário. Levaram a informação até lá mas não deram bola. Não tem problema. O fato de saber quem é. E o fato das pessoas saberem que não sou eu, já me basta.

Tirei o último peso das costas. Sabia da minha honestidade e do meu caráter. Mas, eu precisava saber algumas coisas. Fui atrás de todas as possibilidades. A última que faltava era essa. Agradeço às duas pessoas (que não se conhecem)que trouxeram a mesma informação.

Quando uma trouxe, eu fiquei com um pé atrás. Mas, depois veio outra. E mais outra. E mais outra. E outras confirmaram. Testemunhas oculares que viram a pessoa fazer isso. Disse que fazia isso para que as pessoas se abrissem com ela. E continua fazendo. Mas, isso já não é problema meu.

No entanto, com lágrimas nos olhos, eu quero que cada um faça o juízo que bem entender. Você não imagina que tipos de perguntas tive de responder. Pessoas querendo saber o que havia ocorrido. Muita gente me julgou. Muita gente me virou as costas. Muita gente soltou o comentário "o que será que ele fez para o padre o afastar". Na cabecinha de muitos, o padre não erra. O único humano que poderia ter errado seria o Ricardo.

Teve gente que achou que eu tinha ficado metido ou rico. Que cada um faça o juízo que bem entender. Já obtive as respostas importantes. Já apareceram os personagens. Estou leve e super feliz.

Foi bom porque muita gente que se dizia meu amigo, minha amiga, muita gente que me tratava de um jeito porque queria chegar perto do padre ou ter seu nome "dito" no programa, acabou se revelando com tudo isso.

Quando escrevo coisas boas, o padre não fica sabendo. Basta escrever algo diferente para 3 ou 4 irem correndo fofocar. Tem gente que foi incumbida disso, inclusive.

Foi um período de muito crescimento. E está sendo.
Mas, não quero ficar esperando que o padre acorde ou que tenha um lampejo de humildade.

Quero apenas o bem dele. Ele é do bem. E merece o bem.

Estou muito preocupado com ele. Por incrível que pareça. Eu preciso mais dele do que ele de mim. Sou muito menor do que ele. Ele é independente. Eu não.

Mas, como amigo, estou muito preocupado com ele. Tenho conversado com o Padre Sergio e o Padre Sergio já sentiu o quanto eu amo, respeito e admiro o padre Marcelo.

Ninguém nunca vai tirar isso de mim. Tanto é que nas reuniões familiares,amigos ou profissionais, as pessoas ficam espantadas quando o criticam e eu saio imediatamente em sua defesa. Sempre foi assim e sempre será.

Acho que a gente não constrói nada se não for justo. Há pessoas que não sabem separar o coração e o emocional da justiça e do racional.

O padre Marcelo me deu alegrias. Nas três maiores, ele esteve presente.

Por outro lado, me arrebentou em janeiro e fevereiro de 2008. Mas, isso não conseguiu destruir o carinho, amor e respeito que tenho por ele.

Tenho rezado muito por ele. E gostaria que, quem gosta de mim, que goste muito dele. Ele merece. Também é humano. E a gente se esquece disso quando ele erra.

Um beijo, meu irmão. Agradeço muitão. Você é um ser humano especial e mora do lado esquerdo do peito.

Abração.

RICARDO LEITE. Ah, abraços da Laura e da Alexandra, pra você, padre.

Fonte: http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/

domingo, 1 de março de 2009

Comentário do Dia - Sonho Estranho

Olá!!!

Essa noite eu tive um sonho muito esquisito. Sonhei que eu estava no santuário, mas não era o santuário do jeito que é hoje.

Era um local cheio de cômodos grandes. Não chegavam a ser enormes. Apenas eram como salas grandes do tamanho de uma sala de aula por exemplo.

Em cada cômodo, o povo reunido pra missa.

Havia gente no gramado em volta do local, como se fosse um grande acampamento.

Encontrei um radialista relativamente conhecido, que trabalhe há muitos anos com ele, que me disse que o padre Marcelo já sabia que haviam me julgado de maneira errônea mas que talvez não soubesse qual seria minha reação.

Eu aparentemente estou muito tranquilo e no sonho eu me pergunto em meus pensamentos o que estou fazendo ali. Sinto falta da Alexandra e da Laura. Quero sair dali e ir pra casa.

Olho as pessoas orando como se estivessem tristes. Parece até ser um funeral tal o clima do local. Mas, para eles parece estar tudo normal.

Não sinto vibração positiva nas pessoas. Parecem desmotivadas. Desconfiadas. Todas como se fossem zumbis. Repetindo coisas porque os outros repetem. Parecem sem sentido. Apenas personagens de presépio.

Do lado de fora há luz. E pessoas mais descontraídas. Mas, lá dentro, está tudo em paz, só que é estranho a tristeza no ambiente.

Passo de sala em sala. Fico curioso porque as pessoas dizem que o padre está pra chegar. Resmungam não querendo que o bispo venha. Os outros apenas ouvem e se calam. Continuam zumbis.

Imagine salas diversas, umas ligadas as outras. Como se fossem salas de aula. A única diferença é que nos lados das paredes, há dois degraus que servem como arquibancadas. Ou seja, além das pessoas no meio, há pessoas sentadas nas laterais.

Até que vejo esse radialista novamente. Ele fica ao meu lado.

De repente, atrás de mim, como se estivessem entrando na missa, o bispo e o padre. Ambos com capuz encobrindo seus rostos.

O bispo se aproxima de mim, retira o capuz mostrando sua face, fala meu nome. Sorri e pega minha mão, eu penso que ele vai me cumprimentar e estendo a mão. Ele então beija a minha mão me deixando assustado com gesto. Eu procuro tirar a mão e ele diz que precisa cumprir aquilo para ficar em paz.

Eu, com meu jeito tímido, procuro desencabular e pular a cena. Faço como se estivesse pedindo a bênção para ele. Ele dá a bênção e sai em direção ao centro da sala para iniciar a missa.

O padre vem atrás dele com o capuz, passa por mim como se estivesse evitando ou ignorando.

Eu o chamo. Parece que minha voz não sai. Eu me pergunto em pensamento o motivo dele estar fazendo isso de me ignorar. Vem na cabeça que nada disso é necessário.

Então eu o chamo mais uma vez. Dessa vez a voz chega até ele. Ele está 1 metro e meio de mim. De lado e com capuz. Indo para o centro da sala atrás do bispo.

Nisso ele para. Eu o chamo dizendo "estou aqui, como sempre, irmão". Ele se volta, tira o capuz e diz "eu sei, irmão". Eu abaixo a cabeça. Sinto ele colocar a mão em minha testa, como fez por quase dez anos na porta da sala dele, após todas as missas que fui, no santuário.

A sensação dele me tocando é muito real. Eu abro os olhos e ele se volta para o radialista que está ao meu lado e o cumprimenta em silêncio com um gesto com a cabeça. Pega nas mãos desse radialista e balança seu rosto como se estivesse dizendo não. Mas, em silêncio.

Era um semblante de quem estava aflito e triste. Estava calmo. Mas, com o semblante de quem chega para dar os pêsames para alguém. Não fala. Apenas assiste. Como se não quisesse estar ali ou como se estivesse carregando um fardo.

Então, ele se vira e vai atrás do bispo. Mas, o sonho acaba quando ele se vira.

Acordei com a sensação muito real do sonho. Muito mesmo.

Não sei o que significa.

Talvez, só manifestação do subconsciente. Talvez não.

A verdade é que fiquei uma meia hora rezando muito pelo padre. Não foi nem por mim. Foi por ele.

Pode ser que o sonho tenha a ver comigo. Pode ser que não.

Mas, eu senti muito no coração que deveria rezar por ele.

Não quero que ninguém faça nada de mal pra ele. E ai daquele que o fizer. Eu o amo. Por mais que eu tenha tido uma decepção e não entendido a injustiça que cometeram comigo. As pessoas não têm idéia do que passei. Mas, meu amor por ele é muito maior do que tudo isso.

Eu sempre aceitei estar em terceiro ou quarto plano. E hoje eu passei o dia aceitando isso mais do que nunca. Me ajude a rezar muito por ele.

Eu posso não fazer falta. Mas, ele faz falta pra muita gente. E é muito querido. Se una a mim em oração. No amor.

Meu irmão.

Abração.

RICARDO LEITE.

Fonte:
http://www.ricardoleitecomvoce.com.br/